Ser curioso é uma virtude que trará conhecimentos inexplicáveis e novas formas de ver o mundo...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Quanto Frio e Calor Podemos Suportar?

Uma aventura no deserto ou uma expedição no polo sul pode levar o corpo ao extremo. Tanto frio  quanto calor são capazes de matar. O anesteseologista Alexandre Slullitel afirma que cada organismo tem um comportamento individual muito diferente, por isso, é difícil precisar a temperatura máxima ou mínima que podemos suportar.  O que pode ser determinante, mais do que a temperatura em si, é o tempo de exposição. “Tudo depende da intensidade, da variação de temperatura e do tempo em que o organismo é exposto”, alerta o especialista. Os principais sintomas de quem está sofrendo hipertermia (excesso de temperatura corporal) são suor, desidratação, boca seca, pele flácida e a consequente parada do funcionamento dos órgãos. Já na situação contrária, na hipotermia, as primeiras reações do corpo são tremor e contração muscular.
No livro A Vida no Limite – A Ciência da Sobrevivência, a fisiologista inglesa Frances M. Aschcroft afirma que, em um ar parado de -29º C, há pouco perigo para uma pessoa adequadamente vestida. Se o vento for de meros 16 km/h, porém, a sensação térmica cai para o equivalente a -44º C e a pele congela em menos de um ou dois minutos. Já no calor, se a temperatura basal – temperatura dos tecidos do corpo e do abdômen – passar dos 42º C ocorrerá morte por insolação. No livro, há o registro de um homem que suportou 15 minutos a uma temperatura de 105º C!

Fonte: http://www.vocesabia.net/

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Componente básico do olho humano é fabricado em laboratório

Componente básico do olho é fabricado em laboratório
Pesquisadores da Universidade da California, Estados Unidos, conseguiram construir artificialmente uma série de elementos formadores dos olhos. Eles se inspiraram nos olhos de insetos, que são diferentes e mais simples do que o olho humano.
Embora seja um feito significativo de bioengenharia, ainda estamos longe da construção de um olho artificial completo. Mas a descoberta poderá revolucionar o universo dos sensores ópticos, como aqueles empregados em câmeras digitais e detectores visuais em geral e até mesmo em sensores químicos.
Apesar da relativa simplicidade dos olhos dos insetos, eles são infinitamente superiores aos melhores sensores já construídos pelo homem, principalmente na largura do campo de visão.
A estrutura hemisférica construída pelos cientistas é composta por inúmeros canais que funcionam como "guias de luz". Cada canal tem sua própria micro-lente, que focaliza a luz em um fotodiodo, igual aos utilizados nos sensores da câmeras digitais. Nos insetos, a luz chega em células fotoreceptoras, que enviam a informação para o cérebro.
Além de câmeras em geral, a pesquisa poderá auxiliar no desenvolvimento de melhores aparelhos médicos, como os utilizados em endoscopias, implantes que necessitem captar luz, sensores ambientais e numa nova geração de câmeras digitais de alta velocidade.
O componente construído pelos cientistas é equivalente a um ommatidium, um elemento básico do olho de um inseto. O olho de uma libélula, por exemplo, contém 30.000 desses elementos.
Fonte: http://inovacaotecnologica.com.br

Câmera conta quantas pessoas olharam para um anúncio

Na Internet, é fácil para as empresas contarem a quantidade de visitantes que se interessam por um determinado produto, que seguiram um anúncio ou mesmo quantos simplesmente visitaram seu site: basta contar o número de cliques.
Já no mundo real, até agora era impossível contar quantas pessoas leram um outdoor, prestaram atenção num cartaz ou mesmo tiveram sua atenção atraída por uma determinada disposição de produtos em uma vitrine.
Mas isso já não é mais problema. A empresa canadense Xuuk acaba de lançar uma câmera de vídeo que consegue contar quantas pessoas olharam para um ponto determinado.
Olhos vermelhos
A câmera, do tamanho de uma web-cam, é circundada por uma série de LEDs emissores de luz infravermelha, invisível ao olho humano. O equipamento tira proveito de um problema muito comum em fotografias: o conhecido olho vermelho, que deixa as pessoas fotografadas com um aspecto vampiresco.
A câmera é conectada a um computador via porta USB, onde um programa consegue determinar se alguém está olhando diretamente para um determinado ponto calculando a posição do ponto de reflexão que causa o fenômeno do olhos vermelhos.
Segundo a empresa, o equipamento consegue contar a visualização de pessoas que estejam até uma distância de 10 metros do objeto. Como a luz infravermelha é invisível ao olho humano, as pessoas não perceberão que estão sendo monitoradas.
Os criadores do equipamento esperam lançar a possibilidade de que os anunciantes tradicionais também sejam cobrados em uma base "por olhada", da mesma forma que os anúncios veiculados na Internet são pagos "por clique".
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Fases do Sono

O sono é dividido em várias fases, sendo que cada uma delas apresenta um estágio fisiológico específico. Os cinco estágios do sono formam o ciclo, durando cerca de 90 minutos cada um. Desta forma, um ciclo do sono é repetido de quatro a cinco vezes por noite. 

Basicamente podemos dividir o sono em duas fases: REM (Movimento Rápido dos Olhos) e NREM (Movimento Não Rápido dos Olhos). O estado do NREM corresponde a 75% do período do sono, sendo dividido em quatro fases: 

- Estágio 1: É a fase de sonolência, onde o indivíduo começa a sentir as primeiras sensações do sono. Nessa fase a pessoa pode ser facilmente despertada; 
- Estágio 2: Dura em média de 5 a 15 minutos. No estágio 2 a atividade cardíaca é reduzida, relaxam-se os músculos e a temperatura do corpo cai. É bem mais difícil de despertar o indivíduo. 
- Estágio 3: Muito semelhante com o estágio 4, diferencia-se apenas em relação ao nível de profundidade do sono, que é um pouco menor. 
- Estágio 4: Dura cerca de 40 minutos. É a fase onde o sono é muito profundo. 

A fase do NREM é muito importante para o corpo, uma vez que é nela que ocorre a secreção dos hormônios do crescimento, sendo também essencial para a recuperação de energia física. É na fase NREM que realmente existe o descanso profundo e menor atividade neural. Após a fase 4, o indivíduo retorna ao estágio 3, estágio 2 e entra na fase REM. 

O REM é caracterizado pela intensa atividade cerebral, muito semelhante ao estado de vigília, nessa fase ocorrem movimentos oculares rápidos, o que explica o nome do estágio. É no REM que ocorrem os sonhos. Embora a fase do REM não resulte em um descanso profundo, ela é importante para nossa recuperação emocional.


Fonte: http://www.brasilescola.com

terça-feira, 14 de junho de 2011

Eclipses

Eclipse Lunar
Quarta-Feira (15/06/2011), irá ocorrer um eclipse lunar... por este motivo decidi postar mais sobre esse fenômeno.
Informações sobre o eclipse podem ser encontrados também nos seguintes sites:


Site 1
Site 2
Site 3


Os eclipses, sejam solares ou lunares, sempre despertaram o temor e a admiração dos homens. A palavra “eclipse” é de origem grega e significa desmaio ou abandono, se referindo ao obscurecimento dos astros. De fato, eclipse é o fenômeno de escurecimento total ou parcial do Sol ou da Lua através da sobreposição de um corpo celeste a outro. Durante séculos, as pessoas usaram a mitologia para tentar compreender o fenômeno. A maioria dos povos da Antigüidade cria que o eclipse era causado por figuras mitológicas, que estariam tentando “devorar” os astros e toda sua luz. 

Falando especificamente do eclipse lunar, o fenômeno ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua estão em um perfeito alinhamento, de forma que a Terra fique em uma posição entre o Sol e a Lua. Assim, o planeta impede a passagem da luz solar, e como o satélite natural da Terra não possui luz própria, se torna obscurecido pela sombra da Terra. 

Os eclipses lunares podem ser totais, quando toda a face visível da Lua é obscurecida, ou parciais, quando ocorre em apenas uma parte dela. Diferentemente dos eclipses solares que só podem ser vistos em determinadas regiões do planeta, os eclipses lunares podem ser acompanhados de qualquer parte do mundo, desde que esteja à noite. 

Existe uma escala, criada pelo astrônomo André-Louis Danjon, que é usada para classificar o grau de obscurecimento da Lua durante um eclipse. Nesse fenômeno, a Lua pode se tornar muito escura ou apresentar certas tonalidades avermelhadas ou alaranjadas, devido à refração e dispersão da luz do Sol na atmosfera terrestre. Todos os anos ocorrem pelo menos dois eclipses lunares. O mais longo deles ocorreu em 31 de Maio de 318 e durou 1h47m14s.

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